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Ouvi e li nos mais diversos quadrantes da informação que, o
Benfica - jogadores e equipa técnica - , não deviam dedicar-se a festas de campeão - Marquês de Pombal e depois no Estádio da Luz, após o jogo com o Marítimo da última jornada do campeonato - e presença na Câmara ( de
Lisboa), antes de disputar a final da Taça da Liga.
Diziam as línguas vesperinas que a festa devia ser feita
após essa final, pois não sendo assim, os jogadores descomprimiam, fazendo com
que a sua performance na dita final, fosse muito aquém das suas reais potencialidades
futebolísticas. Fez-se as festas merecidas e nada disso aconteceu.
Sabem todos os benfiquistas que os jogadores do Benfica são
verdadeiros profissionais e que jamais iriam entrar na final de Coimbra como se,
essa, já estivesse ganha.
Nos jogos anteriores, para o campeonato, o Benfica saiu
vencedor, por 4-0 na Madeira e 4-1 no Estádio da luz. Esses resultados poderiam
de alguma forma fazer descansar e moderar a concentração dos nossos jogadores e
daí o Marítimo poder ter alguma hipótese de vencer e levar a Taça para a
Madeira.
Sabiam os jogadores do Benfica o quanto os benfiquistas
queriam, como eles, que a Taça da Liga, viesse para o nosso Museu. É lindo o
número seis.
Estavam certamente, os nossos jogadores, avisados do perigo
que podia existir caso alguma descompressão a nível de concentração acontecesse, e daí, entrarem na partida, de forma aguerrida, séria, compenetrada, mostrando uma vontade indomável de vencer.
Por isso e quem viu o jogo terá certamente a mesma opinião. Na 1.ª parte o Marítimo ainda conseguiu da forma que a seguir menciono, equilibrar a partida. Na 2.ª parte, embora o Marítimo tenha marcado o golo do empate, a verdade é que o Benfica foi arrasador, empurrando o Marítimo para a sua defensiva, criando oportunidades atrás de oportunidades de golo que, a serem concretizadas, sairíamos de Coimbra, com um resultado histórico.
O Marítimo sabendo das suas menores capacidades
futebolísticas entrou no jogo de uma forma algo, direi até, estranha. Os seus
jogadores decidiram que, ou passa a bola, ou passa o homem/jogador.
Só assim se entende a dureza com que entravam aos lances
mais divididos, admirando apenas que, nenhum jogador do Benfica saísse do jogo
seriamente magoado. Caneladas, empurrões, “gravatas”, rasteiras, bloqueios, tudo aconteceu, não
admirando por isso a expulsão de Raul Silva, por 2.º cartão amarelo, acontecida
ao 48m, por puxão/”gravata” a Jonas, quando esse, se preparava para ir em
direcção à baliza, com fortes possibilidades de fazer o golo.
Agora dirão alguns: Mais uma vez o Benfica terminou um jogo
a jogar contra 10. É uma verdade. Mas tal deve-se apenas ao forte poder ofensivo
da equipa benfiquista, não vendo os seus adversários, outra forma de segurar/parar, os seus jogadores, sem ser recorrendo à falta. Não o fazendo sujeitam a sua equipa à goleada, como aconteceu na finda época em tantos e tantos jogos.
O Benfica ganha porque faz da COMPETÊNCIA E DO RIGOR o seu modo de estar no desporto em geral e no futebol em particular. A verdade é como o azeite e o algodão não engana.
Pode-se até dizer que o Marítimo acabou a 1.ª parte com 11 e
não com 10 ou até 9 jogadores, porque Carlos Xistra, árbitro da partida, foi um árbitro benemérito para com os
seus atletas.
Termina-se assim, a época de 2014/2015, ganhando três dos quatro troféus em
disputa - Supertaça, Campeonato, Taça da liga, faltando apenas Taça de Portugal, sendo que essa, é disputada amanhã ( domingo) no
Estádio do Jamor, entre o Braga e o Sporting. Que vença o melhor e que o faça por merecer. Contra azias, invejas, bruxarias, gargantas secas e más disposições, sempre gritarei:
BENFICA NUNCA CAMINHARÁS SOZINHO.
VIVA O GLORIOSO SPORT LISBOA E BENFICA.
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